segunda-feira, 30 de setembro de 2013

DEPUTADO ATOLADO NA LAMA NO MEIO DA SECA, QUEM JÁ VIU?

Deputado atola em lagoa que virou lama por conta da estiagem no Piauí


DEPUTADO ATOLADO NA LAMA 

Fernando Monteiro visitou lagoa de Parnaguá, uma das maiores do Brasil, e acabou preso na lama.

A cena seria cômica se não fosse trágica. O deputado estadual Fernando Monteiro (PTB) atolou na lagoa de Parnaguá, 823 quilômetros ao Sul de Teresina (PI). O acidente na viagem do último fim de semana comprovou o drama provocado pela seca que atinge toda a região Nordeste.

Tida como a terceira maior lagoa do Brasil, com 12 quilômetros de comprimento e 6 quilômetros de extensão, a lagoa era usada para abastecer o município de Parnaguá. 

"Fui tirar uma foto para mostrar que a lagoa estava seca. Foi quase uma hora com o povo me puxando", disse ao Cidadeverdecom o deputado, que foi ajudado por assessores com o cabo de uma vassoura. "Nunca tinha acontecido isso na minha vida. A situação é dramática tanto em Parnaguá quanto em Avelino Lopes".

A falta de água em Avelino Lopes foi motivo de requerimento apresentado por Fernando Monteiro na Assembleia Legislativa. Ele requisita que o Governo do Estado perfure três poços na zona urbana do município, além do abastecimento por carros-pipa. 

"O abastecimento na cidade é feito por uma barragem que está praticamente seca", alertou o deputado, que quer que a Agespisa deixe de cobrar tarifa de abastecimento no período em que o mesmo não for normalizado. 

O prefeito de Avelino Lopes, Dióstenes José Alves (PP), esteve com o deputado e relatou a situação desesperadora. "Estou aqui pedindo socorro a todos. A água não tem a mínima condição de consumo", disse o gestor, que já contou períodos de 20 dias sem abastecimento regular nas últimas semanas. 

Fábio Lima
fabiolima@cidadeverde.com

CORREIA LIMA: JULGAMENTO HISTÓRICO E CONDENAÇÃO DO RÉU

CORREIA LIMA é condenado a 23 anos e 7 meses pela morte do policial, Leandro Safanelli

JULGAMENTO DO CORONEL CORREIA LIMA EM PARNAÍBA - PI, HOJE 30 DE SETEMBRO DE 2013

ACOMPANHE DIRETO DE PARNAÍBA-PI: Com segurança reforçada, clima é tenso; fotos


Atualizada às 17h55
Por volta de 17h40 a juíza Maria do Socorro Ivanir leu a sentença condenatória contra o ex-coronel Viriato Correia Lima fixando-a em 23 anos, 7 meses e 15 dias em regime fechado, pelo crime de homicídio triplamente qualificado. Assim, a juíza determinou ainda pela impossibilidade de recorrer da pena em liberdade, e que deverá ser cumprida preferencialmente na penitenciária Mista Juiz Fontes Ibiapina, em Parnaíba.
O conselho de sentença decidiu ainda que houve prática do crime de falso testemunho pelo policial Francisco das Chagas Araújo, que será levado para a Central de Flagrantes onde será autuado para posterior investigação.
O advogado Wendel Oliveira já se manifestou que nas próximas horas que irá protocolar nas próximas horas o pedido de apelação da pena. "Acredito que a decisão contraria as probas dos autos, além do que meu cliente ficou mais de 7 anos em prisão preventiva por esse feito. A pena foi exacerbada, oito anos acima da pena base", disse em entrevista logo após o fim do julgamento. Em requerimento, ele solicitou à juíza que junto com a via de execução provisória seja feito um cálculo para a redefinição da pena. 
No momento da leitura da sentença, o ex-coronel ficou em silêncio, mas fez um gesto com as mãos para o irmão indicando que já pressuponha uma possível condenação. O advogado Wendel Oliveira cogita até mesmo a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal para anulação da pronuncia, tendo parecer favorável. 
JUÍZA LÊ A SENTENÇA 
Atualizada às 16h49A juíza pediu 30 minutos de intervalo para que o júri respondesse o questionário sobre a condenação ou não de Correia Lima.
Atualizada às 16h40Em uma espécie de desabafo, o advogado Wendel Oliveira acabou exaltando-se e chegou a jogar o processo no chão, chamando-o de lixo. Ele teve de ser interrompido depois que a juíza considerou que ele estava ofendendo o promotor de justiça João Malato.
"Fui traído por um sistema nojento, hoje tenho autorização para dizer o que eu quiser sobre Correia Lima, mas se os senhores o condenarem por esse lixo de processo, saio da qui revoltado. Mas o que vocês decidirem, que agrade ou desagrade, teremos de aceitar. É triste o que passei por defender Coronel Bandido", disse jogando os autos no chão. 
Depois, direcionando-se ao promotor João Malato, o advogado de Correia Lima insinuou uma espécie de suposto esquema para condenar o ex-coronel. "Toda vez que é para julgar Correia Lima, chama-se João Malato para a acusação. Logo ele que é uma metralhadora do cão para acusar, é um desgraçado, uma metralhadora cuspideira de fogo", disse.
Antes que terminasse, foi interrompido pela juíza, sob alegação de que a defesa já estava sendo ofensiva com o promotor do MP.
ATUAÇÃO DA DEFESA
Atualizada às 16h26Um dos pontos batidos pelo advogado Wendel Oliveira foi a ausência de provas técnicas nos autos. "Como se fala em ligações com ameças se não há um grampo eletrônico nos autos. O estado não conseguiu provar. Os autos não tem ilação, só pelo disse. Vocês (dirigindo-se ao júri) terão o poder de dizer que não aceitam disse, não aceitam ilação. Mas é incrível, a mancha que botaram sobre este homem também caiu sobre mim (...). Não tem prova nenhuma capaz de autorizar esta condenação", comentou a defesa.
ADVOGADOS
Atualizada às 15h44Em sua fala, o advogado de defesa, Wendel Oliveira, comentou que não há provas concretas da responsabilidade de Correia Lima na morte de Leandro Safanelli. Alegou que dos 14 anos que esteve preso, o ex-coronel já pagou em parte por este crime, e disse ainda que ele não conhecia a vítima.
"Estamos diante de um homem de saúde frágil, que teve um passado, mas não está sendo aqui olhado pelas coisas boas que fez pelo estado, as prisões que fez em Parnaíba, o serviço que prestou enquanto militar", disse o advogado.
Wendel comentou ainda que não há entre as testemunhas ninguém que tenha visto a trama da combinação da morte de Safanelli. "E mais, como é que Zé Correia (irmão de Correia Lima) pode ter combinado a morte do policial se ele e o irmão nem se falavam?", alegou.
Mas reconheceu que Correia Lima não é "santo" e afirma que defendê-lo de certas acusações seria "tapar o sol com a peneira". Alegou que condená-lo no caso Safanelli seria "tripudiar sobre um cadáver", já que o estado de saúde de Correia Lima já o assemelha a um "cadáver".
WENDEL OLIVEIRA: 'CONDENAR CORREIA LIMA É TRIPUDIAR SOBRE UM CADÁVER'
Atualizada às 14h54Depois que o promotor João Malato comentou sobre o suposto envolvimento de Correia Lima com um assalto ao Banco do Brasil da avenida Presidente Kennedy, o réu bateu na mesa e teve de ser contido por policiais que fazem a segurança no julgamento. "Você está mentindo", gritou Correia Lima ao bater na mesa onde estava sentado ao lado do advogado.
Atualizada às 14h36Ao argumentar sobre a condenação de Correia Lima, o promotor João Malato comentou que em caso de absolvição, o ex-coronel poderá até mesmo ser solto. "Diferente de outros países, a pessoa pode ser condenada a mil anos de prisão, mas só cumprirá 30. Isso por causa da progressão de pena, e no caso do ex-coronel, ele está muito próximo de conseguir sair do regime fechado para o semiaberto. Ele está só aguardando para ser solto e voltar a comandar o bando dele, que ainda está solto, tudo isso por conta da progressão de pena. E a própria defesa já admitiu que está pleiteando sua transferência para Iguatú (Ceará) onde ele conhece todo mundo, terra onde nasceu, e onde poderá se articular", disse o promotor. 
Enquanto ouvia estas palavras, Correia Lima sorria, de forma até mesmo debochada, e comentava ao pé do ouvido de seu advogado, Wendel Oliveira.
CORONEL CORREIA LIMA
Atualizada às 14h01Por volta de 13h50, foi retomado o julgamento do ex-Coronel Correia Lima. Nesta fase os promotores do Ministério Público tem 1h30 para argumentarem sobre a acusação contra o réu. Em um primeiro ponto, o promotor João Malato comentou sobre as qualificadoras do crime contra Leandro Safanelli, entre eles o motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima.
Ele comentou ainda sobre a leitura dos votos, que será feita por maioria. Dos sete jurados, os quatro primeiros votos poderão decidir pela condenação. "Essa medida serve para proteger vocês, pois o réu jamais saberá quem de vocês disse sim ou não", disse o promotor, argumentando a respeito da possibilidade de intimidação do júri.
PROMOTOR ARGUMENTA SOBRE CONDENAÇÃO DE CORREIA LIMA
Atualizada às 12h35Por volta de 12h10, a juíza Maria do Socorro Ivanir começou a leitura dos termos do processo de acusação contra Correia Lima. Ao lado do seu advogado Wendel Oliveira, ele ouviu a juíza em silêncio, apoiado com os braços na mesa. Depois ele se apresentou, eu ao comentar sobre a acusação contra ele, Correia Lima respondeu: "É mentira".
Indagado pelo promotor José Malato, Correia Lima negou já ter sido preso antes, disse que a acusação contra ele no caso Safanelli não é verdade, e que na época do crime vivia em Recife onde fazia um curso de aperfeiçoamento. Disse também ser mentira as acusações sobre o caso Queimados, nem outros crimes pelos quais já foi condenado.
"Isso é inverídico, tudo que foi divulgado é perseguição política. O que tenho a dizer é que a senhora escute o DVD da minha filha, eu tô é com 14 anos preso, minha memória não dá de lembrar destas coisas", disse Correia Lima sobre o crime contra Safanelli.
Ele dirigiu-se ainda ao promotor José Malato, dizendo que "ele o persegue". O ex-coronel disse ainda que desconhece os 16 processos contra ele.
Após responder perguntas também da defesa, foi dado intervalo de 30 minutos para o almoço.
Atualizada às 11h56O policial militar aposentado de Piracuruca, Gandi Magalhães, foi o quatro a depor no julgamento de Correia Lima. Ele contou que no dia do crime estava de serviço, e soube do crime Safanelli.
"Recebi um telefonema do capitão Cajueiro e fui para o posto da PRF de Piripiri, e no caminho vi um carro com um dos faróis apagados. Pedi para parar e tinha três ou quatro homens dentro, com armas, pistolas e uma escopeta", disse.
O policial disse que ligou para Cajueiro, e ele afirmou que não era para investigar, que ele o faria. Depois soube que os suspeitos tinham sido liberados e as armas devolvidas. Ele negou saber se o ex-coronel seria o mandante do crime.
Antônia Nazaré, também foi uma das testemunhas ouvidas. Ela morava na rua onde ocorreu o crime, e confirmou ter visto um carro de cor escura seguindo uma moto. A mulher disse que após ouvir os primeiros disparos, entrou para casa, e não viu mais nada.
DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS
Atualizada às 11h39A terceira testemunha a sentar para depoimento diante da juíza Maria do Socorro Ivanir, foi o policial Francisco das Chagas Araújo. Ele teria recebido um telefonema do capitão Cajueiro, de Piripiri, que teria informado sobre a apreensão da Belina azul onde estariam os suspeitos do crime contra o policial Leandro Safanelli.
Depois de complicar-se até mesmo a informar a idade, ele deu várias declarações confusas sobre o caso, e provocar até mesmo risadas da plateia pelas falas em muitos momentos, contraditórias, o promotor João Malato pediu que fosse aberto um requerimento para que ele possa responder por falso testemunha e calúnia.
"A testemunha está mentindo, de forma jocosa perante o plenário do júri. Ele diz que não assinou um depoimento, que não foi a uma delegacia. Se ele negasse as declarações em parte, mas dizer que nunca nem foi lá. Ele implica no crime de calúnia contra um delegado. Peço que o caso seja levado ao Ministério Público", disse o promotor.
O depoimento chamou atenção desde seu início quando Francisco das Chagas afirmou que nem sabia porque estava sendo ouvindo, mesmo tendo dado em 1999 um depoimento sobre o caso na sede da Comissão Investigadora do Crime Organizado. Depois falou no telefonema do capitão Cajueiro. "No dia que aconteceu estava de plantão na Polinter em Teresina, e recebi essa ligação. Ele deu os nomes dos suspeitos e eu não reconheci nenhum pelo nome", disse.
POLICIAL QUE TRABALHOU NA POLINTER SE COMPLICOU VÁRIAS VEZES DURANTE DEPOIMENTO
Ele primeiro disse não ter ouvido o nome dos suspeitos, mas depois disse que não os tinha reconhecido pelo nome. Em certo momento, negou ter pedido para sair da Polinter após receber ameaças de homens encapuzados, mas reconheceu que foi ameaçado e disse: "Eles me mandaram ficar calado, e eu fiquei", afirmou.
Atualizada às 11h13A segunda testemunha a depor no julgamento foi o policial militar Aroldo Pereira, que ajudou a socorrer Leandro Safanelli no dia do crime. Ele negou ter identificado qualquer ferimento na cabeça da vítima (sendo que este teria sido o disparo fatal). Negou ainda que soubesse das recentes notícias sobre ameaças direcionadas ao secretário de Segurança Robert Rios, o que provocou o comentário do promotor João Malato. "Acho que você é o único de Parnaíba a não saber disso", disse.
POLICIAL MILITAR QUE  SOCORREU SAFANELLI FOI O SEGUNDO A DEPOR
Atualizada às 10h52"Começei a namorar com ele no dia 27 de abril, e ele já me disse que tinha namorado a filha deste senhor Correia Lima, e que a tinha conhecido na casa do Major Mardonio, em uma festa. Foi quando ele começou a receber ligações informando que Sâmia estava grávida e que o pai dela estava sabendo, e que ele era dado de violência", disse a testemunha.
Quando foi no dia 8 de agosto de 1989, ele estava de plantão como policial. Segundo a testemunha, ele passou o dia dizendo que estava recebendo ameaças. Neste dia, os dois passaram de moto em frente a AABB (em Parnaíba) e Safanelli teria comentado que pessoas que estavam em um carro (Belina azul) parado em frente ao lugar haviam pessoas ligadas a Correia Lima. "Um deles desceu e disse 'a gente ainda vai se encontrar', e bateu nas costas".
"Ele estava de moto, e quando chegava próximo ao 3º DP (rua 16 de novembro), caiu próximo ao colégio Visão Mirim, onde já tinha levado uns nove tiros. Ainda deram o tiro de misericordia", disse. Ela confirmou ainda, após perguntas do promotor João Malato Neto, que soube que Correia Lima deu um chute na barriga da filha que a fez abortar.
TESTEMUNHA DEU DETALHES DE COMO OCORREU A MORTE DE LEANDRO SAFANELLI
Atualizada às 10h35A primeira testemunha a ser ouvida foi Eurilene, que namorou com Leandro Safanelli antes do crime, ocorrido em agosto de 1989. Ela contou que nos três meses e 12 dias que passaram juntos, por várias vezes recebeu de terceiros informações sobre telefonemas com ameaças de que o ex-coronel estava seguindo para Parnaíba, a fim de matar Leandro.
TESTEMUNHA PEDIU QUE CORREIA LIMA FOSSE RETIRADO DO RECINTO
Atualizada às 10h14
Antes do início da oitiva das testemunhas, o ex-coronel foi retirado do auditório onde ocorre o júri, já que uma das pessoas ouvidas sentiu-se constrangida com a presença do acusado. Ele foi levado para uma sala reservada. Correia Lima chegou ainda a ser repreendido pela juíza ao dirigir-se a uma das pessoas na plateia. O ex-coronel informou apenas que queria água, e a juíza solicitou que em caso de algum pedido ou necessidade, se dirigisse somente a ela. 
Juíza Maria do Socorro Ivanir chegou a repreender o ex-coronel quando ele dirigiu-se a uma pessoa da plateia
Publicada às 8h14
O ex-coronel José Viriato Correia Lima, preso acusado de chefiar o crime organizado no Piauí desde a década de 90, chegou por volta das 6h30 da manhã desta segunda-feira (30/09), para evitar a imprensa, ao Teatro do Sesi, que está servindo como fórum para o julgamento pelo assassinato do policial Leandro Safanelli, em 1989.
Correia Lima teria ordenado a morte do policial porque não concordava com o namoro entre a vítima e uma de suas filhas. A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou a liminar pedida pela defesa do ex-coronel. Com o recurso, o advogado de defesa pretendia evitar que Correia Lima fosse julgado pelo Tribunal Popular do Júri. O Tribunal de Justiça, a Defensoria Pública, o Ministério Público e a Secretaria de Segurança montaram um verdadeiro aparato para o julgamento.
Correia Lima apareceu de camisa polo, aparentando tranquilidade; antes do julgamento, folheou uma bíblia antes do início do julgamento
Antes do julgamento, Correia Lima teria destituído o advogado Wendel Oliveira de sua devesa, mas minutos depois o chamou, e chamou também o advogado Leôncio Coelho, para decidir qual dos dois seria o responsável pela sua defesa, até que escolheu por Wendel Oliveira, que em entrevista chegou a afirmar que caso do coronel era "incorrigível" e que seria um ato "idiota achar que ele é um homem recuperado".
Antes do julgamento, Correia Lima reuniu-se com os dois advogados para decidir qual o representaria. Wendel Oliveira (à esquerda), acabou sendo escolhido a permanecer na defesa
Sete jurados compõem o juri e segundo a juíza que preside o julgamento, toda a audiência está sendo gravada em áudio e vídeo.
Julgamento ocorre no auditório do Sesi de Parnaíba e é movimentado
PARA ENTENDER O CASO
Correia Lima é acusado de ser o mandante do assassinato do policial Leandro Safanelli, em 8 de agosto de 1989. Para garantir o Júri, o Tribunal de Justiça designou através da Corregedoria dois juízes que vão auxiliar o juiz presidente do Júri. A Defensoria Pública nomeou três Defensores Públicos para suprir a falta de advogado, caso isso ocorra, o Ministério Público conta um promotor auxiliar, para alguma intercorrência com o titular da Ação e a secretaria de Segurança, juntamente com a Policia Militar colocaram a disposição da Justiça 50 homens entre Policiais Civis, Militares e Agentes do Trânsito para garantira a segurança não apenas das autoridades que vão trabalhar, mas, também, do próprio réu e das pessoas que comparecerão ao local.
Segundo informa o Delegado de Homicídios, Francisco Costa, o Bareta, “todas as providências necessárias para garantir a realização desse júri foram tomadas”. As ruas adjacentes ao Fórum já estão interditadas. As pessoas que desejarem assistir a sessão devem pegar uma senha com antecedência por que são poucos lugares. O policial civil Leandro Safanelli, natural de Santa Catarina, trabalhava como Agente de Policia em Parnaíba e começou um namoro com a filha do então capitão Correia Lima, na época Comandante da PM na região Norte do Estado.O pai da moça não aceitou, mesmo assim, o romance continuou. Safanelli acabou sendo morto. O inquérito foi presidido pelo Delegado Bareta. Ele descreve a morte de Safanelli com o uma cena cinematográfica. Afirma Bareta que, Safanelli saíu de casa para o trabalho e notou que estava sendo seguido. Tentou desvencilhar-se. Começou então, um “pega” pelo centro da cidade, até que, num cruzamento, o sinal luminoso fechou no vermelho. Safanelli parou e foi abatido com uma saraivada de balas, tendo morte no local.
CORREIA LIMA FOI CONDENADO A 23 ANOS DE PRISÃO
OPINIÃO DO POVO SOBRE O CASO:


Repórter: Apoliana Oliveira - Direto de Parnaíba
Publicado Por: Lídia Brito

BÁRBARA EVANS É A DONA DOS 2 MILHÕES DA FAZENDA 6

Bárbara é a grande campeã da 6ª temporada

                    Filha de Monique Evans ganha o prêmio de R$ 2 milhões

"Esse prêmio é por mim e por minha mãe, eu vou dar a metade do prêmio pra ela, que merecia ter vencido a Fazenda 4" Disse Bárbara.

Logo após anunciar que o terceiro mais votado foi Marcos Oliver, que teve menos de 0,5% dos votos, Britto Jr. fez o comunicado mais importante de toda a temporada no programa ao vivo deste domingo (29).


— Por decisão do público, a grande vencedora da Fazenda, que leva o prêmio de R$ 2 milhões é você ... (5 min.depois)... Bárbara Evans.
A filha de Monique Evans não segurou a emoção e desabou em lágrimas. Ela venceu com 54,87% dos votos...


, deixando para trás o favoritismo de Denise, a Furacão da CPI, que brigou com todos os participantes por quase 99% do tempo que durou o reality.


Ao ser questionada por Britto sobre o que pretende fazer com o prêmio de R$ 2 milhões, a loira disse que vai dar metade do dinheiro à mãe e que quis "vingá-la" por ter sido vice-campeã na quarta edição do reality!


— Quando a minha mãe veio, ficou aquele "será, será?". Agora, eu vim buscar e levar esse dinheiro para casa.
Bárbara Evans ficou famosa após posar para uma revista masculina e mostrar sua estonteante e ingênua beleza de ninfeta.



Relembre a trajetória de Bárbara Evans no reality

Em cem dias de confinamento, Bárbara viveu todos os tipos de sentimentos possíveis. A filha de Monique Evans entrou no reality comprometida, mas ao saber, por meio de Paulo Nunes, que seu namorado havia xavecado uma amiga do ex-jogador pouco antes de começar A Fazenda, a jovem de 22 anos resolveu se entregar de corpo e alma a Mateus Verdelho. Os dois tiveram um romance bem intenso, marcado por crises de ciúme da menina e muito, mas muito amor.



A "branquela", como era chamada carinhosamente por Mateus, também se destacou por se envolver em várias brigas. Os principais atritos da modelo foram com Andressa Urach, Denise Rocha e Ivo Meirelles.
Por outro lado, a loira criou uma belíssima amizade com Gominho e também se deu muito bem com Beto Malfacini e Aryane Steinkopf. Já com Yudi Tamashiro, Bárbara teve bons e maus momentos.
Em sua marcante trajetória, Bárbara voltou de cinco Roças. Apesar de não ter tido muito êxito na maioria das provas, Bárbara venceu uma disputa, realizada apenas entre os integrantes da Equipe Ovelha, e ganhou um carro zero-quilômetro.
Por conta de todo este histórico, Bárbara conquistou a maioria dos brasileiros e, certamente, jamais será esquecida pelos fãs do reality.

REVEJA O ANÚNCIO DA VITÓRIA DE BÁRBARA EVANS

KINOR X CAEMA: A JUSTIÇA FOI FEITA

KINOR: LUTA JUDICIAL CONTRA A CAEMA DESDE A SUA EXONERAÇÃO EM 2012


Já se encaminha para um ano a briga judicial entre Carlos Augusto Bezerra Chagas, o Kinor, atualmente Secretário do Meio Ambiente de Poção de Pedras, e a Companhia de Serviços de Águas e Esgotos do Maranhão, CAEMA.


Desde que o foi demito da CAEMA em decorrência de calúnias e perseguição política, em época de campanha eleitoral, ele entrou com recurso para reverter o processo, ser readmitido e receber indenização reparatória por danos morais e materiais.

Acompanhando o processo pelas publicações de nosso amigo, Kinor, em sua página de facebook, tivemos a seguinte informação:

"TRT nega RECURSO DA CAEMA, e mantém decisão da Justiça do Trabalho de Pedreiras a favor de Carlos Augusto Bezerra Chagas.
Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, por unanimidade, conhecer do recurso e, no mérito, negar-lhe provimento para manter a decisão de 1º grau. Determinar, ainda, que seja oficiado à Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Maranhão, bem como o Ministério Público Federal, acerca da conduta do Advogado Sérgio Roberto Mendes de Araújo, patrono da reclamada, no presente feito, encaminhando-lhes cópia do Recurso Ordinário para as providências que entenderem cabíveis"


LEIAM A DECISÃO JUDICIAL NA ÍNTEGRA.

Acho que isso quer dizer que o valente e injustiçado Kinor tem que ser reintegrado  a suas funções e ser reparado por todos os danos que sofreu.


É a oportunidade que teremos de regularizar a distribuição de água da caema no nosso município, porque todos sabem, que na época do Kinor nenhum bairro de Poção de Pedras passava muito tempo sem água, é isso que a gente espera.

PARABÉNS, KINOR, A OUTRA JUSTIÇA DEUS FARÁ!!!!


domingo, 29 de setembro de 2013

CHAMBINHO DO ACORDEON FALOU COM EXCLUSIVIDADE AO BLOG

CÍCERO FILHO FAZ ENTREVISTA EXCLUSIVA COM CHAMBINHO DO ACORDEON

EXCLUSIVIDADE, CÍCERO FILHO ENTREVISTA CHAMBINHO DO ACORDEON
ENTREVISTA FEITA PELO REPÓRTER CÍCERO FILHO AO MÚSICO E ATOR CHAMBINHO DO ACORDEON


Cícero Filho – Como foi protagonizar “De pai pra Filho” interpretando Luiz Gonzaga?

Chambinho do Acordeon – Uma responsabilidade muito grande em se tratando de Luiz Gonzaga, meu ídolo. Então eu acreditei muito por conta do instrumento e de uma certa aparência, mas a gente teve muito trabalho por conta da minha timidez. Então fiquei aproximadamente seis meses com o preparador Sérgio Pena ,lá no Rio de Janeiro,  e graças a Deus deu muito certo e o resultado tá aí, o filme é um sucesso.


Cícero Filho – E como é que foi esse preparo?

Chambinho do Acordeon – É, realmente, eu dei uma entrevista há um ano atrás que eu falei assim “Me colocaram numa pós-graduação sem eu ter o primário no cinema”. Eu perdi aproximadamente 10 quilos em três meses, foi uma luta, o meu Natal foi sem peru (risos).

Cícero Filho – E teve algum momento do filme que você disse “Ai meu Deus, não vai sair essa cena, eu não vou conseguir executá-la”?

Chambinho do Acordeon – A quebra do violão, o Gonzaga sempre foi de direita e o Gonzaguinha foi de esquerda, então tem um episódio que o Gonzaguinha toca uma música de esquerda e aí provoca o Gonzagão. Imagina, eu que amo a música, adoro tocar violão também, quebrar um violão, deu muito trabalho.


Cícero Filho – E você acertou de primeira? Quebrou o violão numa boa ou teve que repetir algumas vezes?

Chambinho do Acordeon – Tive que repetir algumas vezes. (risos)

Cícero Filho - É a primeira que vem ao Maranhão? Como é participar deste terceiro festival de sanfonas aqui em Lucindo?

Chambinho do Acordeon – É a segunda vez que venho ao Maranhão. Estou encantado com o lugar, as pessoas são bem receptivas. A pesar do calor... Aqui ta muito quente (risos) eu estou gostando bastante. Jonas, meu amigo, me fez o convite há alguns meses atrás, eu aceitei de imediato. Sou apaixonado pelo forró de raiz e poder propagar e resgatar essa tradição é muito bom. Quero voltar mais vezes ao Maranhão e ao Povoado Lucindo.






Para Dr. Jonas Eloi, organizador criador do festival e um apaixonado pelas tradições nordestinas, o evento início timidamente, eram poucos sanfoneiros, amigos que se reuniam com um único intuito, relembrar e resgatar as músicas do passado. “Hoje podemos afirmar que o terceiro festival de sanfonas do povoado Lucindo consolidou-se no calendário cultural do povoado e do município de Poção de Pedras como uma das festas mais importantes da região, e porque não do Médio Mearim.” Conta com entusiasmo. 


Dr. Jonas ainda relembra, “Fizemos o primeiro com muita dificuldade, pensei em parar, mas meus amigos logo pediram para continuar o evento, logo veio e segundo e a coisa foi tomando uma proporção ainda maior, foram vindo mais sanfoneiros, gente com talento e vontade de mostrar sua arte e hoje estamos realizando o terceiro festival. Não poderia realizar este festival sem a parceria dos amigos, parentes, empresários e da prefeitura de Poção de Pedras. Obrigado a todos ao povo de Lucindo. Espero que ano que vem, na quarta edição possamos melhorar ainda mais a estrutura das apresentações, espaço, tendo aqui no Povoado Lucindo um número muito maior de sanfoneiros, cantores e pessoas. Creio que com isto, desenvolvimento do turismo rural e cultural com o envolvimento da comunidade”, finaliza.



Fazendo parte das festividades no povoado Lucindo, foi inaugurado no mesmo um moderno Centro Odontológico que recebeu o nome da saudosa Raimunda Eloi da Cruz (Bequinha).
Autoridades se fizeram presentes entre vereadores, do deputado federal Cleber Verde, os prefeitos Fred Maia, Eudina Costa, do empresário Breado de Igarapé Grande, do estadual Raimundo Louro que na ocasião sinalizou o início das obras de asfaltamento do povoado Lucindo, e que a obra seria entregue a população até o dia 20 de Janeiro.


O prefeito Junior Cascaria se mostrou bastante emocionado, para ele a obra foi uma promessa feita em campanha e que agora entregue a população, otimizando assim o atendimento de saúde bucal a todos os munícipes, descongestionando o trabalho que já é feito em Poção de Pedras. O novo centro odontológico foi construído com recursos municipais, sendo este o primeiro centro construído em toda história do município fora da sede. Na ocasião o prefeito Junior Cascaria anunciou a reforma do posto de saúde que também fica localizado em Lucindo. O secretário de Saúde Ivaldo Lima considera a obra com marco fundamental para a melhoria no atendimento a população que mora longe da Sede. 





Dr. Jonas Eloi agradeceu a homenagem da prefeitura Municipal ao colocar o nome Centro Odontológico Raimunda Eloi da Cruz (Bequinha), ressaltou também a importância da educação na sua vida. “Minha mãe faleceu aos trintas anos. Ela sempre foi uma mulher de garra e fibra, juntos com minhas outras duas tias, elas priorizaram a educação dos filhos. Hoje somos todos formados.” diz com muita emoção.    
TEXTO DE CÍCERO FILHO
FOTOS DE MESSIAS FOTOS